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São Paulo: Sesc Pompeia, Sesc 24 de Maio e Centro
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C16 / Brasil · Industrial · Cultura · Edifício

São Paulo

O patrimônio ganha continuidade quando o cotidiano pode transformá-lo.

Foto: paulisson miura from Cuiabá, Brasil · CC BY 2.0

C16 / BRASIL

São Paulo

O patrimônio ganha continuidade quando o cotidiano pode transformá-lo.

Sesc Pompeia, Sesc 24 de Maio e Centro Sesc Pompeia e Sesc 24 de Maio aproximam estruturas existentes de cultura, convivência, esporte e serviços. A arquitetura se encontra com uma instituição capaz de programar e cuidar. O Sesc Pompeia já participa do Caderno Vivo como exercício de transformação sem apagamento.

Que relações permitem que uma obra se renove pela Vida que a atravessa todos os dias? Caso externo de estudo. Leitura documental orientada pela Linguagem Nidum; a autoria dos projetos e a origem das evidências permanecem identificadas nas fontes.

Fonte: Dossiê Mundial de Retrofit 2026, p. 352

II / LINGUAGEM / SÃO PAULO

O caso pelos Campos Relacionais

Leitura editorial Nidum a partir da documentação do caderno. Os Campos ajudam a formular relações e tensões; não classificam o projeto nem atribuem intenção institucional aos seus autores.

CampoRelação a investigar
PertencimentoPúblicos diversos encontram espaços de apropriação e atividades. Como acesso, autonomia e regras influem nessa experiência?
LugarFábrica e edifício comercial oferecem memórias e condições diferentes. O que cada transformação conserva e torna novamente legível?
RelaçãoConvivência, cultura, esporte e recolhimento podem coexistir. Como a Forma oferece diferentes intensidades de encontro?
PorosidadeEntradas, percursos e circulação aproximam interior e cidade. O que pode ser atravessado e quais proteções sustentam o uso?
ReciprocidadeO cuidado institucional recebe recursos e trabalho. O que devolve em experiências, autonomia, aprendizagem e qualidade de uso coletivo?

Tensão a manter viva A intensidade de uso do equipamento não comprova, por si, efeitos de toda a escala do bairro. A leitura deve relacionar a força da obra às condições específicas de acesso, operação e entorno.

Gramática de leitura: N01, pp. 15-17 e 20-21. Evidências e referências específicas nas páginas seguintes.

Fonte: Dossiê Mundial de Retrofit 2026, p. 353

II / SÃO PAULO / SÍNTESE E RECORTE

A ocupação cotidiana como principal resultado

São Paulo oferece duas referências de reuso sustentado por uma instituição com programa social continuado.

Sesc Pompeia adapta uma antiga fábrica e acrescenta estruturas esportivas. Sesc 24 de Maio transforma o antigo edifício da Mesbla no centro. Os dois casos associam cultura, lazer e serviços a diferentes situações urbanas. [01-07]

CasoMecanismo a estudar
Sesc PompeiaPatrimônio industrial, convivência e combinação de espaços existentes e novos.
Sesc 24 de MaioReorganização vertical de um edifício comercial e conexão com o pedestre.
Arranjo institucionalProgramação, equipe e manutenção que sustentam a ocupação ao longo do tempo.

Leitura analítica: a principal referência é a capacidade de dar razões recorrentes para usar o lugar. O efeito de bairro deve ser avaliado além do reconhecimento arquitetônico.

O Sesc é uma instituição privada de finalidade social. Seus equipamentos possuem usos públicos, mas não são unidades administradas pela prefeitura. [08]

Fonte: Dossiê Mundial de Retrofit 2026, p. 354

II / SÃO PAULO / CRONOLOGIA

Duas trajetórias de adaptação MarcoMudança documentada
1973-1978A história institucional registra uso provisório do imóvel da Pompeia para atividades culturais e esportivas. [02]
1977Lina Bo Bardi inicia o projeto do Sesc Pompeia. [01]
1982Abertura da etapa instalada na antiga fábrica. [01-03]
1986Inauguração do conjunto esportivo novo. [04]
2017Sesc 24 de Maio é inaugurado em 19 de agosto. [07]
2026Atualização da regulamentação do Requalifica Centro: contexto de política urbana distinto dos dois casos. [10-11]

A história da Pompeia é particularmente importante porque a ocupação antecede a obra definitiva. O imóvel já recebia atividades, que ajudam a compreender a escolha por preservar e adaptar.

O programa municipal recente não financiou nem originou retrospectivamente as duas intervenções históricas. Ele entra como contexto de aplicação contemporânea.

Fonte: Dossiê Mundial de Retrofit 2026, p. 355

II / SÃO PAULO / TERRITÓRIOS E TIPOLOGIAS

Fábrica e loja: suportes diferentes DimensãoPompeia24 de Maio
PreexistênciaConjunto fabril.Edifício comercial no centro.
Organização espacialGalpões e circulação entre volumes.Pavimentos conectados em um programa vertical.
InterfaceRua de acesso, áreas abertas e convivência.Esquina, térreo e percurso interno.
Pergunta urbanaComo sustentar um lugar de encontro no bairro?Como ampliar usos sociais num tecido central intenso?

O centro de São Paulo já concentra trabalho, comércio, circulação e moradia. A intervenção deve ser entendida como acréscimo e reorganização de usos nesse território, e não como criação de vida onde ela não existia.

Proposta de método: comparar a unidade, seu percurso de acesso e o entorno imediato. A arquitetura opera em escala de edifício; os efeitos urbanos dependem também de transporte, serviços e condições das ruas.

Os recortes de Pompeia e República / Centro são referências de leitura urbana; não foram calculados indicadores por distrito administrativo.

Fonte: Dossiê Mundial de Retrofit 2026, p. 356

II / SÃO PAULO / CASO 1 / PRESERVAÇÃO

Sesc Pompeia: o que já existia orienta o projeto

A fábrica se transforma em infraestrutura social sem perder a legibilidade de sua origem.

O Instituto Bardi registra o início do projeto em 1977 e sua abertura em 1982. O relato do Sesc sobre a restauração destaca a manutenção de técnicas e marcas de diferentes períodos da construção. [01, 03]

A adaptação dos galpões recebeu convivência e oficinas, enquanto as instalações esportivas foram desenvolvidas em novos blocos. Essa distinção evita tratar todo o conjunto como reforma de uma estrutura preexistente. [04]

EscolhaValor a investigar
Conservar estruturasPresença material da história do trabalho.
Adaptar ambientesCompatibilidade com cultura e permanência.
Acrescentar volumesResposta a funções que exigiam outras condições.
Relacionar os espaçosPercursos que integram atividades e públicos.

Lição O diagnóstico do existente deve preceder uma decisão de substituição. O patrimônio pode oferecer possibilidades de uso que um programa genérico não reconhece.

Fonte: Dossiê Mundial de Retrofit 2026, p. 357

II / SÃO PAULO / CASO 1 / USO COTIDIANO

Convivência é uma função do edifício

O Sesc descreve a convivência como conceito central da unidade: leitura, encontros, brincadeira e permanência compõem a ocupação dos espaços, ao lado da programação cultural e esportiva. [05]

Leitura analítica A possibilidade de estar no lugar sem cumprir uma sequência obrigatória de atividades amplia sua utilidade cotidiana. Isso permite que um equipamento cultural também seja um espaço de pausa, encontro e apropriação.

SituaçãoO que observar
Espera e descansoAssentos, conforto e regras de permanência.
Atividades simultâneasConvivência entre diferentes idades e interesses.
Participação informalUso sem inscrição prévia em um evento.
Relação entre pessoasEncontros entre usuários que chegam por motivos distintos.

Critério de avaliação Registrar o uso em um dia comum. A transformação social do espaço aparece também nos momentos sem grandes atrações ou exposição extraordinária.

Fonte: Dossiê Mundial de Retrofit 2026, p. 358

II / SÃO PAULO / CASO 1 / CONSTRUÇÃO NOVA

O esportivo amplia o repertório de usos

O conjunto esportivo foi construído a partir de 1982 e inaugurado em 1986. A fonte institucional descreve blocos de concreto conectados por passarelas e espaços para atividades físicas. [04]

RelaçãoPergunta de pesquisa
Antigo e novoComo as partes mantêm identidade e funcionam como conjunto?
Cultura e esporteOs usuários circulam entre programas diferentes?
Uso livre e programadoComo se articulam permanência espontânea e atividades com regras?
Operação e manutençãoQuais recursos sustentam as instalações específicas?

Leitura analítica: a diversidade de programas pode ampliar a recorrência e a composição do público. Ela também exige equipes, equipamentos e custos permanentes, que precisam ser considerados na avaliação do modelo.

A inclusão do esportivo é uma expansão do programa e da construção. Não deve ser utilizada para atribuir toda a área do Sesc à reutilização dos galpões industriais.

Fonte: Dossiê Mundial de Retrofit 2026, p. 359

II / SÃO PAULO / CASO 2 / RETROFIT

Sesc 24 de Maio: a loja se torna equipamento social

O projeto transforma uma estrutura comercial em um programa complexo de usos públicos.

Paulo Mendes da Rocha e MMBB assinam a intervenção no antigo edifício da Mesbla. A ficha de projeto descreve aproveitamento da construção existente, remoção de acréscimos e concentração de instalações de apoio em imóvel contíguo. [06]

Para acomodar grandes ambientes e a piscina superior, o projeto introduziu uma estrutura nova independente. Trata-se de reuso com transformação importante, e não apenas atualização de acabamentos. A unidade abriu em agosto de 2017. [06-07]

DesafioPergunta de avaliação
Programa verticalComo distribuir atividades e evitar isolamento entre pavimentos?
Novas cargas e instalaçõesComo compatibilizar as exigências com a preexistência?
Acesso do pedestreComo o térreo se relaciona com os percursos do centro?
OperaçãoComo organizar fluxos e manutenção de usos distintos?

A solução estrutural é específica deste projeto e não constitui recomendação técnica para outros edifícios sem avaliação própria.

Fonte: Dossiê Mundial de Retrofit 2026, p. 360

II / SÃO PAULO / CASO 2 / INTERFACE URBANA

Circulação como parte da experiência pública

O projeto de MMBB associa rampas, espaços de convivência e acolhimento no térreo. A circulação é concebida também como percurso, articulando os pavimentos e a relação com a cidade. [06]

Leitura analítica Essa escolha permite estudar como um prédio vertical pode oferecer continuidade de experiência. O percurso deixa de ser apenas passagem entre salas e passa a participar do uso coletivo.

DimensãoObservação proposta
EntradaLegibilidade e acolhimento para quem chega a pé.
PercursoOrientação, alternativas de circulação e esforço exigido.
PermanênciaÁreas de pausa e possibilidades de encontro.
ProgramaComo as atividades se revelam ao longo do deslocamento.

Lição transferível Tratar a circulação como parte do programa social. A relação entre térreo, áreas comuns e atividades pode aumentar a utilidade pública de um edifício existente.

A interpretação espacial não equivale a uma auditoria de acessibilidade; condições específicas precisam ser verificadas com a unidade.

Fonte: Dossiê Mundial de Retrofit 2026, p. 361

II / SÃO PAULO / INSTITUIÇÃO E OPERAÇÃO

O ocupante duradouro é parte da solução

O Sesc é mantido pelo empresariado do comércio de bens, serviços e turismo e se orienta por ações culturais, educativas e de qualidade de vida. Sua apresentação institucional descreve uma atuação continuada para trabalhadores e outros públicos. [08]

Capacidade institucionalPor que importa para o retrofit
ProgramaçãoGera motivos recorrentes para utilizar o imóvel.
EquipeSustenta atendimento, operação técnica e mediação.
ManutençãoPermite cuidar de estruturas e equipamentos ao longo do tempo.
RedeConecta experiências, conhecimento e diferentes unidades.

Leitura analítica: o resultado arquitetônico depende de um operador capaz de manter a função. Copiar o edifício sem reproduzir capacidade de gestão e recursos não produz necessariamente experiência semelhante.

Pergunta para novos projetos Quem estará responsável pelo funcionamento cinco ou dez anos depois da inauguração, e quais recursos sustentam essa responsabilidade?

Fonte: Dossiê Mundial de Retrofit 2026, p. 362

II / SÃO PAULO / PÚBLICOS E REGRAS

Acesso público tem modalidades distintas

A Credencial Plena é gratuita e oferece prioridade e benefícios ao público elegível. A participação em atividades e serviços depende de regras, vagas e características de cada programa. O Sesc também realiza atividades abertas ao público geral. [08-09]

ModalidadeO que verificar
Convivência e circulaçãoQuais espaços podem ser utilizados e em que horários?
EventosGratuidade, ingressos, lotação e formas de acesso.
Esporte e serviçosInscrição, elegibilidade e requisitos próprios.
Públicos prioritáriosComo as regras ampliam acesso para os grupos previstos.

Leitura analítica: a diversidade de acesso permite atender programas com necessidades diferentes. A avaliação deve examinar clareza das regras e barreiras efetivas, sem presumir que tudo seja gratuito e irrestrito.

Informações operacionais devem ser confirmadas com as unidades. Este estudo analisa o modelo de acesso e não substitui regulamentos de cada atividade.

Fonte: Dossiê Mundial de Retrofit 2026, p. 363

II / SÃO PAULO / EVIDÊNCIAS E LIMITES

O efeito sobre o bairro precisa de outra escala

Dissertação da FAU-USP sobre espaços livres e vida cotidiana analisa áreas da Barra Funda e da Vila Pompeia, incluindo o Sesc. O trabalho discute apropriações e relações entre população e espaços públicos na transformação da cidade. [12]

Documentado no casoPergunta territorial
Reuso e novos programas.Como mudaram os percursos e as rotinas do entorno?
Condições de convivência.Quais moradores e trabalhadores participam?
Continuidade institucional.Há benefício para comércio e serviços próximos?
Reconhecimento arquitetônico.Como evoluíram moradia, custos e permanência?

Este caderno não atribui aos Sesc a valorização imobiliária integral de seus entornos. Mudanças de transporte, construção e mercado acontecem simultaneamente e precisam ser consideradas.

Critério A influência do equipamento pode ser relevante sem explicar sozinho o bairro. A avaliação deve separar experiência do usuário, dinâmica da rua e trajetória socioeconômica dos moradores.

Fonte: Dossiê Mundial de Retrofit 2026, p. 364

II / SÃO PAULO / CONTEXTO DE 2026

O retrofit central tem uma agenda mais ampla

A prefeitura atualizou em junho de 2026 a regulamentação do Requalifica Centro por meio do Decreto 65.233/2026. A comunicação municipal trata de ampliação e consolidação territorial e de procedimentos para requalificação de edifícios. [10-11]

Escala de políticaQuestão proposta
EdifícioQuais adaptações tornam viável o novo uso?
HabitaçãoQual público será atendido e a que custo?
RuaComo térreos e serviços se relacionam com o pedestre?
TerritórioComo compatibilizar investimento e permanência dos ocupantes?

Os Sesc oferecem referências sobre ocupação e qualidade de uso. Sua lógica não deve ser confundida com a de um empreendimento residencial ou com um programa de incentivo urbanístico.

Descrição contextual, sem cálculo de benefícios fiscais ou enquadramento jurídico de imóveis. A análise de um projeto específico exige consultar a legislação e o licenciamento aplicáveis.

Fonte: Dossiê Mundial de Retrofit 2026, p. 365

II / SÃO PAULO / TRANSFERÊNCIA

O que repetir é o mecanismo de ocupação

O programa social precisa orientar o projeto e o orçamento.

PrincípioAplicação possível
Observar o existenteReconhecer usos, estrutura, história e relações locais antes de intervir.
Escolher um operadorConfirmar equipe, recursos e capacidade de funcionamento.
Combinar atividadesCriar razões de visita em horários e frequências diferentes.
Oferecer convivênciaReservar espaços de permanência além das salas programadas.
Manter e avaliarAcompanhar uso, acesso, custo e conservação.

Uma cidade menor pode adaptar uma escola, mercado ou galpão com biblioteca, formação, alimentação e atividades físicas compatíveis com o imóvel. Não é necessário reproduzir piscina elevada ou grandes blocos esportivos para aplicar a lição.

Prioridade A escala deve corresponder à demanda e à capacidade de operação. O investimento mais expressivo nem sempre produz a melhor continuidade de uso.

Fonte: Dossiê Mundial de Retrofit 2026, p. 366

II / SÃO PAULO / CAMPO

Roteiro de estudo em dois dias cotidianos No Sesc PompeiaNo Sesc 24 de Maio
Ler a relação entre galpões e volumes novos.Observar a relação entre edifício existente e intervenções.
Registrar usos de convivência fora dos eventos.Percorrer térreo, circulação e áreas de pausa.
Comparar cultura, esporte e permanência.Comparar atividades em diferentes pavimentos.
Examinar a relação com Rua Clélia e entorno.Examinar entradas e percursos do centro.

Entrevistar usuários com motivos distintos de visita: trabalho, atividade programada, encontro, descanso ou acompanhamento de familiares. Registrar também quem não utiliza o equipamento e por quê.

Reunir informações de operação e manutenção com as equipes responsáveis. A observação pública não permite inferir orçamento, eficiência energética ou desempenho estrutural.

Roteiro proposto, sujeito a programação e regras de acesso. Não foi realizada visita técnica presencial para este caderno.

Fonte: Dossiê Mundial de Retrofit 2026, p. 367

II / SÃO PAULO / CONCLUSÃO ANALÍTICA

O potencial está na vida que se repete

São Paulo demonstra a força do reuso quando arquitetura e instituição sustentam o cotidiano.

Pompeia e 24 de Maio mostram adaptações distintas com uma mesma questão: como tornar o imóvel útil a diferentes pessoas ao longo do tempo. O patrimônio ganha sentido pela continuidade do uso e do cuidado.

Critério de sucessoEvidência
RecorrênciaMotivos de retorno e uso em dias comuns.
DiversidadePúblicos, atividades e possibilidades de permanência.
Qualidade espacialConforto, orientação e convivência entre usos.
ContinuidadeRecursos, equipe e manutenção.

Síntese para a série A principal referência brasileira é tratar a ocupação como compromisso de longo prazo. O retrofit amplia o que o imóvel pode oferecer; uma operação consistente transforma essa capacidade em vida urbana.

As fontes seguintes sustentam cronologia, projeto e modelo institucional. Indicadores e propostas de aplicação são formulações analíticas deste estudo.

Fonte: Dossiê Mundial de Retrofit 2026, p. 368

II / LINGUAGEM / SÃO PAULO

O que a experiência devolve ao repertório

O Caderno Vivo lê o Sesc Pompeia pela capacidade de transformar sem apagar e reunir sem homogeneizar. Nesta edição, o caso aprofunda a relação entre autoria, instituição e cotidiano, preservando a diferença entre uso coletivo e regras específicas de acesso. [N01, pp. 20-21]

Manifestação documentadaRelação que permite investigarCampos em leitura
Estruturas existentes no Sesc PompeiaTransformar mantendo legíveis diferenças de tempo e matéria.Lugar / Pertencimento
Circulação e programa no Sesc 24 de MaioCriar possibilidades de encontro e apropriação em uma estrutura urbana.Porosidade / Relação
Programação e manutenção continuadasSustentar a Vida cotidiana como parte da obra habitável.Reciprocidade / Relação

Perguntas para uma investigação de retorno Observar rotinas, autonomia, convivência e recolhimento; escutar públicos e equipes de cuidado; acompanhar mudanças de uso e manutenção. Distinguir a experiência interna do equipamento dos efeitos territoriais que ainda exigem investigação.

O que precisa continuar disponível para que a Vida possa acrescentar sentido à Forma? Interpretação desta edição. Não foi realizado Reencontro com este caso externo. As perguntas orientam possível aprofundamento, preservando as lacunas da pesquisa.

Fonte: Dossiê Mundial de Retrofit 2026, p. 369

II / SÃO PAULO / FONTES

Fontes e trilhas de aprofundamento

[01]Instituto Bardi - Lina Bo Bardi Trajetória da arquiteta; início do projeto Pompeia em 1977 e abertura em 1982.Abrir fonte ↗

[02]Sesc São Paulo - História das unidades Uso provisório do imóvel da Pompeia e cronologia de implantação.Abrir fonte ↗

[03]Sesc - Restauração do Pompeia 2019. Relato institucional dos princípios de conservação e adaptação.Abrir fonte ↗

[04]Sesc - História do Conjunto Esportivo 2019. Construção de 1982 a 1986; distingue expansão nova e galpões adaptados.Abrir fonte ↗

Origem da evidência Os números entre colchetes remetem às fontes deste caderno. A leitura editorial distingue fatos, interpretações e propostas; dados de operadores não equivalem a avaliação independente de impacto.

Fonte: Dossiê Mundial de Retrofit 2026, p. 370

II / SÃO PAULO / FONTES

Fontes e trilhas de aprofundamento

[05]Sesc - Arquitetura do Pompeia: convite à convivência 2019. Uso cotidiano, espaços de encontro e programa da unidade.Abrir fonte ↗

[06]Paulo Mendes da Rocha + MMBB - Sesc 24 de Maio Fonte da equipe de projeto. Reuso, instalações, circulação e novas estruturas.Abrir fonte ↗

[07]Sesc - Unidade 24 de Maio Ficha institucional. Autoria e inauguração em 19/08/2017.Abrir fonte ↗

[08]Sesc São Paulo - Quem somos Natureza privada, manutenção pelo setor e finalidade cultural e educativa.Abrir fonte ↗

Origem da evidência Os números entre colchetes remetem às fontes deste caderno. A leitura editorial distingue fatos, interpretações e propostas; dados de operadores não equivalem a avaliação independente de impacto.

Fonte: Dossiê Mundial de Retrofit 2026, p. 371

II / SÃO PAULO / FONTES

Fontes e trilhas de aprofundamento

[09]Sesc São Paulo - Credencial Plena Modalidades de acesso, prioridade e benefícios. Atividades têm regras específicas.Abrir fonte ↗

[10]Prefeitura de São Paulo - Atualização do Requalifica Centro Comunicação municipal de 2026. Contexto atual, distinto dos projetos históricos estudados.Abrir fonte ↗

[11]Prefeitura de São Paulo - Decreto 65.233/2026 Texto oficial de atualização regulamentar. Utilizado apenas para contextualização do programa.Abrir fonte ↗

[12]FAU-USP - O espaço livre na vida cotidiana Dissertação sobre espaços livres e apropriações na Barra Funda e Vila Pompeia; resumo consultado.Abrir fonte ↗

Origem da evidência Os números entre colchetes remetem às fontes deste caderno. A leitura editorial distingue fatos, interpretações e propostas; dados de operadores não equivalem a avaliação independente de impacto.

Fonte: Dossiê Mundial de Retrofit 2026, p. 372

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